sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Movimento Amigos da Ilha do Fogo constrói Comitê Amplo de Lutas
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Abertura de seminário na UNEB marcou o dia de luta pela democratização da comunicação
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Pseudo-rotina
segunda-feira, 30 de abril de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
C.F.A
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas."
Obs.: Meio sem querer cai no clichê.
domingo, 25 de dezembro de 2011
A Imprensa do Vale do São Francisco e o código de ética do jornalista
Não há como construir esta discussão sem levar em consideração dois aspectos: O código de ética do jornalismo e a regulamentação da profissão. O código de ética aborda questões como imparcialidade, verdade, objetividade e confidencialidade. Entretanto, do ponto de vista prático, a regulamentação fugiria ao modismo moral e de fato estabeleceria parâmetros e soluções adequadas. Se tomarmos o episódio local como objeto de análise, a primeira questão citada cai por terra, visto que a jornalista da Folha, que responde a 24 processos, possui relações de caráter político na região, entretanto este não é o ponto crucial do debate e sim as justificativas trazidas à tona.
Sendo o moral o conjunto de regras sociais e a ética o agenciamento delas, o código de ética se apresenta como o objeto de consulta, por isso alguns discursos se reproduzem toda vez que o debate acerca do jornalismo está posto. É o caso da banalização do direito à liberdade de expressão e ao conceito de ditadura midiática. Estas justificativas acabam por ignorar um princípio básico do jornalismo: o compromisso com a verdade e com a responsabilidade, que exigem apuração rigorosa. Portanto, às acusações feitas aos veículos só foram possíveis por erros básicos do jornalismo, baseado em apurações inconsistentes que deram espaço para dupla interpretação. Entretanto isto não significa que o jornalista é sempre culpado quando existe este tipo de problemática apresentada, mas quando uma acusação é feita, sua defesa deve estar bem fundamentada graças ao seu trabalho minucioso. Nesse sentido, se couberam 42 processos neste episódio, deve-se avaliar a atuação do jornalista com o uso acentuado da virtude aristotélica.
Sendo assim, as lições que podem ser tiradas desta situação demonstram que uma nova discussão em torno do código de ética jornalística deve ser feito, pois idéias superadas como imparcialidade ainda existem para incriminar jornalistas que por sua vez, utiliza desculpas como a liberdade de imprensa, que está mais que garantida atualmente, para justificar o mau exercício da profissão. Com toda subjetividade ética, o que deve prevalecer na atuação do profissional da área é a razão, no sentido de realização da virtude aristotélica, só assim, episódios como este deixarão de ser corriqueiros e tornarão a profissão de jornalista verdadeiramente ética.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Autores do Vale do São Francisco aumentam o número de publicações literárias e reafirmam a efervescência cultural da região
No último mês, o escritor soteropolitano que mora atualmente em Petrolina (PE), Fábio Souza lançou o livro Peregrinação Interior: Transcendência. Publicado pela Editora Giz, a obra conta a história do jovem Ailon, que sai de casa e faz uma viagem em direção a si mesmo, consolidando uma autodescoberta. O autor que também é psicanalista e pedagogo escreveu seu primeiro romance com o intuito de construir uma identificação entre seu personagem e seus leitores. “Eu queria escrever um livro onde as pessoas pudessem se identificar e que pudessem ver nos personagens a sua própria historia”, conta Fábio.
Segundo o autor, a obra não se enquadra em nenhuma modalidade específica, e isto para ele é uma vantagem, já que o livro cria maiores possibilidades e maior diversidade de público. Ele classifica seu livro como um apanhado de estilos como auto-ajuda, romance, prosa poética, prosa realista e até literatura fantástica. A maior dificuldade, não está em delinear um estilo para a obra, e sim encarar o preconceito quanto à publicação de obras de artistas nordestinos por editoras nacionais. "Este livro foi escrito em 2001 e eu só consegui lança-lo agora em 2011. E o livro é tão agora como antes, então por que não foi lançado antes?" questiona.
Outra dificuldade está na falta de espaços de leitura para a criação de um ambiente cultural na região. Porém Fábio de Souza acredita que a imprensa cumpre papel decisivo neste sentido, pois é ela que vai valorizar e divulgar a crescente produção literária dos autores da região.
Um outro autor que desponta no cenário regional é o repentista e radialista Valdir Lemos, que embora tenha começado a escrever aos 12 anos, só agora vislumbra a possibilidade de lançar seu primeiro livro. Previsto para novembro, o lançamento da obra deve sintetizar toda sua experiência, narrando a história do artista sem sotaque ou rima, mas com muita poesia.
O autor que vem de uma vertente que mistura rima, música e poesia, o repente, tem como principais fontes de inspiração, o amor, a mulher e a natureza. São estes temas que guiam suas produções. Outro fator de incentivo é a própria organização do trabalho do repentista através de valorização e divulgação. Por isto, Valdir participa de palestras, minicursos e promove festivais como o segundo Festival de Repentistas do Território do São Francisco, realizado em Juazeiro. “A cultura precisa de apoio porque também é uma forma de educar”, acredita o artista.
Pensando desta forma, o artista já apresentou um programa de rádio com o intuito de cada vez mais levar a cultura do Vale do São Francisco para o mundo e mostrar que a região não é um berço cultural apenas na música e no teatro, mas também na literatura.
domingo, 25 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
7 de Setembro
domingo, 14 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
24 horas de Cultura marcam os 133 anos de Juazeiro
Em comemoração aos 133 anos de Juazeiro aconteceu no último sábado (16), na orla nova da cidade, a 1 ª Virada Multicultural. O evento realizado pela Secretaria de Igualdade, Assistência Social e Cultura (Seiasc) reuniu mais de 300 artistas da região que promoveram ao longo das 24 horas de festa, atividades em diversas modalidades artísticas, como teatro, dança, circo, grafitagem, hip-hop, cinema, artesanato, fanfarras, corais, além de oficinas e shows musicais.
No local do evento foi montado um complexo com palcos, praça de alimentação, tendas para exibição dos trabalhos dos artistas, feira de livros e artesanato. Durante a manhã de sábado, o público infantil pôde conferir apresentações teatrais, espetáculos circenses, além de passeios de barca pelo Rio São Francisco. Durante a noite, a festa foi voltada para o público adulto que assistiu a peças de teatro, apresentações de dança shows musicais que duraram até a manhã do domingo (17).
Para o Secretário de Igualdade, Assistência Social e Cultura do município, Crisóstomo Lima, o Zó, o evento representou a efervescência da cultura local. “Essa Virada Cultural é a expressão do grande e do maior encontro da história dos artistas juazeirenses”, garantiu Zó. Ele destacou ainda, que é preciso criar um ambiente cultural na cidade através de inciativas como a realização da Virada Multicultural.
Texto: Amanda Lima
Foto: Taiane Sandes
Obs.: Velha nova postagem, mas tá valendo!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Associação de moradores da Maringá realiza café da manhã no dia das mães
A associação de moradores do bairro Maringá, em Juazeiro, realizou ontem (08/05) um café da manhã em comemoração ao dia das mães. Essa é a segunda edição da festa, que começou a ser realizada em 2010.
O evento finalizou uma entrega de rosas nas casas do bairro, feita pelos representantes comunitários, para homenagear as mães.
Os diretores da associação ressaltaram em suas falas a importância da organização política da comunidade para a realização de atividades como essa.
Além do café da manhã, a confraternização contou com declamação de poemas, leituras de textos, música, sorteio de presentes e premiação para a mãe mais nova e mais velha presentes na festa.
Décima edição da alvorada do dia das mães emociona e anima o bairro Santo Antônio
Na manhã de ontem (08/05), o projeto cultural Comando Virgulino organizou a décima edição da alvorada do dia das mães, no bairro Santo Antônio, em Juazeiro. O evento percorreu as ruas do bairro, entregando rosas para as mães.
Muitas mães já esperavam pelo gesto que virou tradição. As que não conheciam a iniciativa foram avisadas pelos fogos e pelo carro de som que dirigia palavras de carinho e gratidão às homenageadas do dia.
A alvorada foi finalizada com um café da manhã, oferecido na rua 18 C, e contou com a animação dos músicos Neto e Mundinho e a participação de Paulo César. Esteve presente também o Secretário de Igualdade, Assistência Social e Cultura do município, Crisóstomo Lima – Zó.



