domingo, 14 de agosto de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Sobre o dia das mães
Mas você que acompanha meu blog e viu as duas postagens anteriores, percebeu que acordei cedo para circular no dia de ontem e tentar criar uma nova imagem. Não deu outra, o dia das mães me emocionou diversas vezes, me encantou e me fez sentir o forte amor que o motiva.
A entrega de flores nos bairros próximos ao meu, me ensinou muita coisa. Demonstrou, por exemplo que por mais que a gente ame as mães, elas sempre esperam pequenos gestos, como a entrega de uma flor para celebrar sua importância.
Me fez lembrar da minha avó Maria, que já se foi e que sempre me dedicou amor, carinho e compreensão. Me fez pensar também na minha avó Clélia, mulher forte, guerreira que não se deixa abater e sempre nos dá bons exemplos de como conduzir a vida.
Me fez admirar ainda mais minha rainha, minha mãe, minha linda. E poxa, pra falar dela, me faltam palavras.
Mesmo que condicionados, certos sentimentos e reflexões são realmente necessárias. Não fosse o tal dia das mães, talvez meu domingo não fosse tão especial. Foi importante pra pensar nos esforços da minha rainha para me educar, me fazer feliz, me proporcionar amizade, cumplicidade, carinho, e um amor incondicional que conforta e incentiva.
Foi necessário pra gente celebrar, compartilhar, demonstrar todo esse amor que as vezes passas despercebido no cotidiano...
E tudo isso me faz apenas dizer que as mulheres que mais me inspiram são essas três que citei... Não é atoa que são mães. É preciso desprendimento, coragem e amor! Então, sem mais, Te amo muito mãe! E para as minhas avós, o recado é: Minha mãe se inspirou em vocês, está explicado porque tanta dedicação!
Obs.: Meu blog ganhou tons muito informativos nos últimos tempos... Por isso estou retomando um pouco do egoísmo e tratando de mim. Um pouco de divã não faz mal a ninguém, né?
Obs.1: Foto com minha mãe lindona e minha irmã. Dia especial familia especial, felicidade certa! O pai batendo a foto, hehehehe... Foi mal, meu velho, mas o dia é dela! =D
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Parabéns, meu irmão!
Irmão é aquele que nasce do mesmo ventre que você, alguém que também é filho do seu pai e que possui um laço forte contigo.
Dizem que na vida a gente escolhe alguns irmãos e os chama de amigos, nesse caso, eles não precisam nascer do mesmo ventre e não precisam ter o mesmo pai, precisam apenas possuir um laço de união, que seja tão forte quanto a genética.
O que quero dizer com isso? Que eu também fiz minhas escolhas, algumas erradas, outras não. E posso dizer com firmeza que uma das escolhas mais acertadas foi ter o Lone como irmão. Não estamos unidos pelo sangue, mas pelo sobrenome. Não temos laços de genética, mas temos laços de luta, ideologia. Não temos muita coisa, mas temos um ao outro e isso pra mim basta.


Nesse dia especial, quero te dizer, meu irmão de coração e de alma, que sua amizade é muito especial pra mim. Posso pagar de dura às vezes, mas só tento exercer a proteção de uma irmã mais velha que te vê crescendo, brilhando, mas se equivocando às vezes, hehehe... Meu dever é esse, te ajudar, te proteger pra tentar retribuir um pouquinho da felicidade, da amizade, do companheirismo, do cuidado, da cumplicidade que você me oferece.
Te desejo hoje e sempre muita paz, amor, alegria, sucesso, força, perseverança, saúde e felicidades infinitas, pois você merece!
EU TE AMO!domingo, 5 de setembro de 2010
Campo Grande - 111 anos
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Camarada e Colega!
Este ensaio pretende contar sua tragetória como radialista. Dessa forma decidi o expor aqui, como uma singela homenagem a este querido camarada e agora colega.
Espero que gostem de conhecer melhor este cara que tanto admiro! Boa leitura!
Perfil do Entrevistado
Paulo César de Andrade Carvalho tem 47 anos de idade, é formado em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB – é radialista, especialista em cerimonial e cantor nas horas vagas. Atualmente trabalha na Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Juazeiro e é Dirigente do PCdoB de Juazeiro.
0.1- Introdução
Em meio à efervescência política da década de 1980, a comunicação alternativa se fortalecia na região do Vale do São Francisco e despertava involuntariamente o interesse de algumas pessoas pela área da comunicação. A ditadura militar já demonstrava indícios de falência e os movimentos sociais se fortaleceram. Logo as organizações perceberam no jornalismo um potencial de difusão ideológica.
A militância política agregada ao rádio demonstra reflexo até a atualidade, onde podemos observar que o jornalismo regionalizado, com caráter político e de denúncia formam as principais características do veículo.
Sendo assim este trabalho propõe-se a debater esta temática através da trajetória do profissional Paulo César de Andrade Carvalho, radialista que teve atuação nos principais veículos comerciais da região e concedeu entrevista para a realização desta pesquisa.
0.2- Da Teologia da Libertação à Militância Política
A Teologia da Libertação surgiu no final da década de 1960 na América Latina defendendo a libertação através dos princípios espirituais e éticos. Para tanto utilizou como ponto de partida a reflexão sobre a pobreza e a exclusão social e como se relacionavam com a fé cristã, visto que esta situação é interpretada como produto de estruturas econômicas e sociais injustas.
Para seus teólogos, o pobre não deve ser enxergado como objeto de caridade e sim o protagonista da sua própria libertação. Por isso, eles propõem uma pastoral organizada nas comunidades eclesiais de base, onde os fiéis de menor poder aquisitivo se encontram e discutem a relação de fé e vida, para juntos buscarem melhores condições de vida através da militância em movimentos sociais ou da política formal.
A igreja está no meio do povo, se relaciona direto com as comunidades e não pode fazer da religião um mero fator de acomodação e de indiferença histórica. Ao contrário, deve proporcionar momentos de indignação, resistência e libertação. Há uma nova sociedade, um novo homem se formando e é preciso acompanhar esta nova formação. (BOFF, 2005)
Em Juazeiro e em toda região, o bispo Dom José Rodrigues foi o responsável pela difusão da Teologia da Libertação. Com perfil progressista também sofreu perseguição política durante o regime militar, mas continuou a desenvolver suas atividades sociais. Um desses trabalhos era desempenhado no setor de comunicação da diocese e transmitido pela Rádio Juazeiro todos os dias.
Uma vez por semana a pastoral da juventude organizava um programa chamado Participação e Comunhão, que tinha como coordenador além de Zé Lima, Paulo César de Andrade Carvalho, na época com aproximadamente 17 anos. O programa envolvia a realidade da juventude popular e era baseado também na Teologia da Libertação. Com duração média de 10 minutos, era finalizado geralmente com uma crônica escrita pelo radialista para tratar um tema específico relacionado à juventude. A redação e edição eram alternadas entre ele e o bispo. O rapaz estabelecia ali o primeiro contato com o rádio e desde então percebeu a carreira que gostaria de seguir.
Orientado pela própria igreja, Paulo César ingressou no movimento estudantil secundarista no Colégio Estadual Rui Barbosa, onde conheceu o Partido Comunista do Brasil – PCdoB - e conseqüentemente o jornal Tribuna da Luta Operária, que era distribuído pelos militantes.
Como no período da Ditadura Militar as organizações políticas de esquerda eram ilegais, os partidos com essa característica encontravam no PMDB espaço para a discussão ideológica e para sua organização. Foi lá que Paulo César conheceu o PCdoB, partido ao qual se filiou em 1981 e que atua até hoje na área de comunicação. Dentro do partido, contribuiu na construção de inúmeras associações de moradores e de sindicatos, visto que as organizações de base eram instrumentos essenciais na luta pela democracia.
O jornal Tribuna da Luta Operária era produzido pelo Comitê Central do PCdoB e era distribuído em todo país. Em Juazeiro Paulo César contribuía junto com alguns estudantes da Faculdade do Médio São Francisco – FAMESF – com a distribuição do impresso, que era o veículo responsável pela difusão da ideologia do partido, visto que sua clandestinidade impedia a utilização de outros meios de organização.
Com o jornal, Paulo César teve seu segundo contato com o rádio, visto que o impresso era lido em um programa político na Emissora Rural. Embora neste momento ele não tenha atuado como radialista, pode acompanhar o processo, onde aumentou a admiração pelo rádio.
0.3- A Vida Política
No ano de 1982, Paulo César já era a principal liderança da igreja. Com o apoio do PCdoB no PMDB e principalmente do bispo Dom José Rodrigues, foi eleito neste ano o vereador mais novo do Brasil, na época com 18 anos.
Como vereador, ficou marcado por organizar intensas manifestações populares. Embora fosse minoria na Câmara, lutou contra a redução do salário dos trabalhadores e defendeu a preservação do rio São Francisco, que sofreu com o vazamento de vinhoto de uma empresa da região. O primeiro mandato durou de 1983 a 1988, período de transição entre o regime militar e a democracia. Em 1988, tentou reeleição e ficou com a primeira suplência, entretanto como o número de vagas de vereador neste ano aumentou, permaneceu no Legislativo.
No ano de 1992, quando tentou o terceiro mandato, não foi eleito e imediatamente ingressou no rádio, desta vez como profissional. Como possuía popularidade nos movimentos sociais e ganhou experiência nos anos como edil, Paulo César agregou estes fatores e não teve dificuldade em apresentar um programa jornalístico na Rádio Cidade AM.
Considerou a primeira experiência muito bonita e gratificante. O fato de compor um programa, de redigir, de falar, de utilizar o microfone, de aprender técnicas apontou o início de uma carreira de sucesso. De lá para cá foram em média 10 programas realizados pelo comunicador.
0.4- Do Programa Participação e Comunhão ao Nas Ondas do GEO
Quando tinha aproximadamente 17 anos, ainda sem experiência na prática radiofônica, Paulo César já começava a traçar sua visão política no programa da juventude da diocese de Juazeiro, denominado Participação e Comunhão.
Como profissional, 10 anos após seu primeiro contato com o rádio, teve uma passagem pela Rádio Cidade AM, primeira emissora onde trabalhou. Lá apresentou um noticiário jornalístico, o Repórter da Cidade, com formato pensado pelo próprio radialista. Na mesma rádio esteve à frente também de um programa de entretenimento, que por influência dele passou a ter um caráter mais político e jornalístico, com música, entrevistas e boletins informativos.
Logo depois entrou para a equipe da Rádio Juazeiro AM, onde foi o segundo apresentador do programa Sem Fronteiras, sendo que o primeiro foi Wilson Duarte, popularmente conhecido como Zé Brocoió. Desse modo, quando ingressou no programa adequou o formato que já estava estabelecido à sua perspectiva, empregando um editorial mais reforçado pensando na regionalização da informação. Na mesma emissora ainda apresentou um programa de jornalismo diário durante as tardes, que atualmente é conduzido por Margarida Benevides.
O radialista teve passagem ainda pela emissora Grande Rio FM, em 2005, onde participou de um programa como repórter de rua, enquanto Daniel Campos era o âncora.
No rádio construiu e apresentou dois programas educativos, unificando sua formação acadêmica em Pedagogia e a paixão pela comunicação. Um em parceria com o professor Raimundo Nonato para o Colégio GEO, denominado Nas Ondas do GEO, e outro para o Colégio Dr. Edson Ribeiro.
Tendo iniciado seu trabalho profissional no rádio em 1992, Paulo César, permaneceu na área até o ano de 2006, entretanto este período não foi interrupto, visto que trabalhou como assessor de imprensa da prefeitura no governo de Joseph Bandeira entre os anos de 2000 e 2004, prestou assessoria política na Câmara municipal e construiu algumas campanhas publicitárias para a política, principalmente para o PCdoB.
0.5- A Relação com o Público
Durante sua trajetória como radialista, Paulo César buscou manter relações de harmonia com o público. Seus programas com caráter jornalístico, de entretenimento ou de educação não abriram espaço para o sensacionalismo, o que despertou a admiração da população. Embora cantasse desde pequeno, a intimidade com o público permitiu que ele fizesse do rádio seu palco de apresentação, principalmente na Emissora Rural e na Rádio Juazeiro que como o mesmo diz o transformaram em um boêmio cantante.
O radialista atribui a boa relação com os ouvintes a sua própria conduta no jornalismo, de procurar sempre fontes verdadeiras, para não correr o risco de noticiar alguma calúnia e perder sua credibilidade.
Talvez a paixão declarada pelo rádio esteja exatamente nesta característica que ele possui de estabelecer relações de confiança e proximidade entre o emissor e o receptor.
A expressão “falar ao pé do rádio” transformou-se em lugar comum, mas reproduz bem a sensação de quem está à frente do microfone contando histórias do cotidiano. O público se identifica com a emissora da cidade e com o radialista de plantão. Tem no âncora a figura que, diariamente, divide emoções e faz companhia, seja pelo rádio sobre a pia, no painel do carro, ou no computador do escritório. (JUNG, 2004,p.39)
Na região do Vale do São Francisco, esta relação fica evidente, pois a audiência do veículo possui níveis consideráveis. A população local identifica no rádio um canal de denúncia, como se ali estivesse representado mais um poder político. Além disso, encontra a forma mais prática de manter-se informado com o que acontece na região sem deixar de exercer simultaneamente outras atividades.
Como Paulo César passou pelas principais emissoras de rádio da região, pôde exercer influência não só no formato dos programas, mas também na construção geral do Radiojornalismo da região.
O radialista reforçou a importância do rádio para a região, pois implementou o jornalismo opinativo e a contextualização política em todos os programas pelos quais passou.
Mesmo possuindo forte ligação com a política, o comunicador revela que não pretende impor sua posição ideológica, e considera de extrema importância expor os dois lados de uma situação quando se depara com estas questões no rádio, para garantir sua competência junto ao público.
Nós refletimos nas nossas opiniões o que somos ideologicamente, mas nunca forcei a barra para imprimir minha ideologia quando estive no rádio. Sempre procurei o equilíbrio, sem deixar de emitir minha opinião, que, reafirmo, é o reflexo de nossas convicções ideológicas. (CARVALHO, 2010)
Dessa forma podemos perceber que o rádio não constitui o reflexo da realidade e sim do processo de interação dos segmentos sociais e da própria mídia. O formato atribuído a um veículo sugere uma maneira de perceber a realidade, mas que está sujeita a avaliação popular e que por isso não é uma via de mão única. Portanto a formação da importância do rádio na região se deve à comunicadores como Paulo César e à própria sociedade que encontra neste veículo um canal de mediação entre a população e o poder público.
0.6- Conclusão
A importância do rádio para a região, a influência de comunicadores na formação do veículo e a relação com o público só podem ser desvendadas através de iniciativas como esta que estimulam o aluno a fugir do estado de inércia e perceber o mundo ao seu redor. Além disso, estimula a prática da pesquisa que é indispensável para quem atua na área de comunicação.
O uso de entrevista como metodologia demonstra uma perspectiva rica no uso de informações através da fonte e suas subjetividades.
Encontrar em Paulo César as contribuições para a construção do formato atual do rádio comercial na região não foi tarefa difícil, pois as vertentes em que atuou no veículo demonstram claramente seu perfil. Voltado para o desenvolvimento do Radiojornalismo, permitiu que este encontrasse forte potencial no jornalismo opinativo, na contextualização, além de o tornar forte canal de denúncia popular. Nos programas de entretenimento, fortaleceu a característica do rádio de manter uma relação de proximidade com o ouvinte. Já nos programas educativos aliou a formação acadêmica à paixão pelo jornalismo e cumpriu o compromisso social de levar educação informal ao público.
Nesse sentido, não é apenas a população que sente a falta do comunicador que está afastado do rádio desde 2006. Ele mesmo admite que embora compreenda sua forte contribuição na assessoria política local, junto ao PCdoB, não vê a hora de retornar a exercer a profissão que ama, a de radialista.
Obs.: Apesar de ser um texto um pouco longo, acho que valeu a pena conhecer um pouco melhor a trajetória desse radialista admirável.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Juazeiro - 132 Anos

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Bodas de Felicidade!

Ontem contei aqui brevemente a história de um casal. De forma resumida parece mais uma simples história de amor, mas vai muito além disso...
Então a apresentação dos personagens:
Ele? Um rapaz determinado, corajoso, íntegro e sonhador. A personificação do silêncio, descrição, timidez e respeito.
Ela? Uma moça cheia de sonhos, projetos, imaginação e coragem. A representação da expansividade, comunicação, alegria e caráter.
Opostos? Não!
COMPLEMENTO!
Quando o destino cruzou o caminho deles, nada mais pôde separar. Duas vidas se tornaram uma só, pois os sonhos, as conquistas, as dificuldades, foram todas compartilhadas e vivenciadas juntas.
Juntos enfrentaram corajosamente a batalha de viver em outro estado, outra região do país, sem ninguém para mostrar o caminho, ajudar quando algo dava errado, ou parabenizar pelas conquistas.
Tinham um ao outro e isso bastava. Quando não mais, construíram uma família.
Tiveram duas filhas que educaram com muito esforço.
Conseguiram passar valores imprescindíveis para a formação delas e podem se considerar vitoriosos na construção do caráter das mesmas.
Sou suspeita a falar, mas são meu referencial de casamento, pois existe tudo de mais bonito e inspirador...
Amizade, união, cumplicidade, respeito, amor, companheirismo, admiração, carinho, enfim, um conjunto de adjetivos que cotidianamente fazem toda diferença.
Mesmo depois de 25 anos, as brincadeiras, apelidos, tudo continua, ou melhor, se renova ou fortalece, mas nunca deixa de existir...
Por isso, rotular uma data tão especial como "Bodas de prata" é muito pouco, afinal, a prata não é a maior riqueza que existe, para mim, eles são a principal riqueza do mundo...
Então, prefiro dizer, mesmo que pareça redundante... Feliz Bodas de Felicidade!
obs.: Foto do segundo casamento! Não! Eles nunca se separaram, mas depois de 20 anos se casaram no religioso para fortalecer e renovar o amor. Lindo né?
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Faz parte do meu Universo!

Dia de festa no Universo Paralelo, afinal chegamos à quinquagésima postagem!
Confesso que não esperava tanta paciência para escrever, tampouco paciência por parte dos visitantes para ler, entretanto existem algumas pessoas bem providas desta qualidade que visitam constantemente meu querido bloguinho... hehehe
Aproveito esta postagem festiva para homenagear um dos grandes incentivadores deste espaço, estou falando do Alex, esta querida figura que se torna a cada dia mais especial para mim...
Antes, apenas um camarada que eu admirava, pela preocupação com a militância e pelas intervenções sempre coerentes nas atividades da UJS e do PC do B.
Tornou-se posteriormente um companheiro de conversas através da internet...
Primeiramente conversas mais voltadas para a política ou algumas amenidades.
Com o tempo, quase sem que eu percebesse, um amigo, que eu precisava contar tudo que se passava em minha vida, e que logo começou a ser muito importante para mim, pois já fazia parte do meu cotidiano.
...E como diz aquela música, um pouco manjada...
"Estranho seria se eu não me apaixonasse por você..."
Ela se encaixa direitinho quando se trata do Alex, alguém tão apaixonante, querido, amigo e encantador.
A partir daí, cada encontro, a certeza de momentos únicos e indescritíveis, a vontade de reencontrar para matar uma saudade que parece nunca cessar.
Se tornou em tão pouco tempo alguém tão necessário, se tornou meu lindo, meu dengo, minha sintonia, meu querido, meu amor.
obs.: Visitem os blogs do meu homenageado e entendam porque ele é tão apaixonante e encantador.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
85 anos, não são 85 dias...

É parafraseando o Quinteto Violado que inicio este post... O por que dele? Vamos lá...
Hoje o dia amanheceu mais bonito, iluminado, cheio de cor e luz, a chuva da madrugada cessou para encantar ainda mais a magia deste dia...
Por que tanta poesia? Porque estou falando do meu avô, sim, não é a primeira vez aqui no blog, afinal, é minha referência, minha inspiração, meu ídolo.
Pensei em mil coisas para escrever, mas minha felicidade tão irradiante me faz atropelar as idéias...
Vô Maninho... É desta forma, no diminutivo que tratamos este grande homem...
Tanta coisa em minha lembrança. Me lembro quando criança, das visitas do vô Maninho a Campo Grande, ele me buscava na escola, mesmo sabendo que eu sabia voltar sozinha.O percurso era pequeno, mas aqueles momentos de conversa, carinho, eram insubistituíveis... Adorava a Companhia dele, e adoro até hoje... Andar de barquinha, tomar picolé, água de côco, jogar baralho, assistir jogo do Timão, tudo fica mais bonito com ele...
A pessoa mais doce, carinhosa, digna e sábia que conheço. Amo tanto, tanto que pensar no passado é muito bom, afinal só tenho boas recordações, entretanto quando penso no presente ou no futuro imagino mais felicidade, pois o sorriso dele para mim é o mais bonito e necessário do mundo.
É... semana passada conversando com ele falei: - Eita vô, terça é seu aniversário de 85 anos, todos muito bem vividos né? E ele com aquela voz mansa e aquele sorriso lindo respondeu: - É minha filha, bem vividos graças a Deus.
Esta frase curta deixava subentendido tudo de belo que ele construiu ao longo deste tempo. Uma família enorme com pessoas de bem, de caráter e dignidade inspiradora.
Ele faz falta em minha casa, mas cada vez que vou à faculdade e passo para vê-lo meu dia fica mais feliz, muito, de verdade.
Sempre ouço dele alguma frase feita que me faz ficar pensando o caminho todo...
"Ruim é não haver, mas não querer..."
"Rei na casa de pobre é miséria de galinha..."
"Entregue a Deus e a língua do povo..."
isto quando não parte meu coração dizendo...
"Obrigado por tudo minha filha, se não fossem vocês como é que seria?"
Cômico, amigo, carinhoso, sábio, corajoso,forte, sereno,este é o Vô Maninho...
Me pareço tanto com ele, e nem estou falando por ser torcedora do Corinthians, ou por adorar jogar baralho, tampouco por adorar minha vida bohemia, digo isto porque a idéia de família e o caráter do meu avô se espalham de forma constante entre nós cotidianamente.
Bem... este turbilhão de idéias pra dizer que Estes 85 anos, todos bem vividos, com certeza nos alegram muito... Passamos por momentos difíceis a pouco tempo, mas este sorriso largo é capaz de transformar nossas vidas. Acho que parabéns é muito pouco... Então deixo aqui a mensagem de Obrigada! Por tudo, por existir, transformar minha vida a cada segundo e nos fazer tão felizes... É muito amor para descrever...
Sem mais...
Feliz Aniversário! =)