quarta-feira, 27 de julho de 2011

24 horas de Cultura marcam os 133 anos de Juazeiro


Em comemoração aos 133 anos de Juazeiro aconteceu no último sábado (16), na orla nova da cidade, a 1 ª Virada Multicultural. O evento realizado pela Secretaria de Igualdade, Assistência Social e Cultura (Seiasc) reuniu mais de 300 artistas da região que promoveram ao longo das 24 horas de festa, atividades em diversas modalidades artísticas, como teatro, dança, circo, grafitagem, hip-hop, cinema, artesanato, fanfarras, corais, além de oficinas e shows musicais.

No local do evento foi montado um complexo com palcos, praça de alimentação, tendas para exibição dos trabalhos dos artistas, feira de livros e artesanato. Durante a manhã de sábado, o público infantil pôde conferir apresentações teatrais, espetáculos circenses, além de passeios de barca pelo Rio São Francisco. Durante a noite, a festa foi voltada para o público adulto que assistiu a peças de teatro, apresentações de dança shows musicais que duraram até a manhã do domingo (17).

Para o Secretário de Igualdade, Assistência Social e Cultura do município, Crisóstomo Lima, o Zó, o evento representou a efervescência da cultura local. “Essa Virada Cultural é a expressão do grande e do maior encontro da história dos artistas juazeirenses”, garantiu Zó. Ele destacou ainda, que é preciso criar um ambiente cultural na cidade através de inciativas como a realização da Virada Multicultural.

Texto: Amanda Lima

Foto: Taiane Sandes


Obs.: Velha nova postagem, mas tá valendo!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

No dia do amigo impera a saudade

Hoje é uma data mais que especial! Tudo bem, confesso, estou ficando assim mesmo, condicionada a essas comemorações, festividades, convenções sociais.
Não que eu esteja mudando demais a ponto de achar que o bom mesmo é demonstrar carinho, pensar na importância da pessoa, de momentos apenas em datas específicas, mas esses dias despertam de fato uma reflexão maior, e em tempos de individualismo, sentimentos contidos e silêncio constrangedor, um dia como o de hoje representa a oportunidade de demonstrar carinho sem ser recriminado.

Mas não é sobre a minha relação com as datas festivas que vim falar hoje, óbvio, mas não menos verdadeiro, vim falar de AMIZADE. Sim, com a,m,i,z,a,d, e e maiuscúlos. E ao invés de copiar qualquer texto pronto que mostre a importância dessa palavra prefiro falar um pouco da personificação dela em minha vida.

" Era uma vez uma festa profana, com nome sugestivo, um rapaz e uma moça que jamais tinham se visto, mas que graças as redes sociais da internet sabiam que estudariam juntos em breve. Quando apresentados, o sorriso fácil, o abraço forte e o momento feliz consolidaram gestos que se repetiriam muito... Inicio de faculdade, início de amizade, tudo lindo... Festas, bebedeiras, sorrisos, tudo era feliz, mas ainda pouco para sustentar e descrever uma relação forte, intensa e muito bonita... Mas o tempo, generoso como é, se encarregou de misturar valores e verdades absolutas, sorrisos e lágrimas, tristezas e alegrias, cinema, festa, ou silêncio sem constrangimento, pronto existia, e felizmente ainda existe uma AMIZADE...
Quando faço paradoxo fácil como "na alegria e na tristeza, na saúde e na doença", o faço propositalmente, afinal casamento sempre foi para mim sinônimo de companheirismo, cumplicidade, carinho e amor, sentimentos que tenho pelo mais que querido AMIGO Deusdeth Bruno. É esse o nome da pessoa que quando está perto me desperta uma alegria sem motivo aparente... É exatemante ele que ao me olhar nos olhos sabe o que eu sinto e se encontrar tristeza ali, sabe como transformar em alegria, seja conversando, confortando, dando o abraço mais acolhedor que conheço ou até apelando e me levando pra comer coxinha até morrer. É ele, exatamente ele que não me faz deixar a peteca cair. Ele que se doa como ninguém, e que em certa plenária fez uma linda declaração dizendo que eu nunca tinha tempo pra ele, por isso começou a militar, para ficar mais próximo de mim, até descobrir que pode mudar as coisas, e olha, com esse coração gigante, ele muda muito mais que as coisas, muda a vida de todos que tem o privilégio de desfrutar da sua amizade. O que quero dizer é que desde que o conheci minha vida é mais feliz, pois encontrei tudo que sempre esperei de uma relação verdadeira em uma pessoa só. Obrigada Deus (não sou religiosa, é só o apelido dele, hehehe) por fazer parte da minha vida, da minha história e por ser meu grande e maior amigo! "

E quando a emoção faz com que as palavras não sejam suficientes, por que não mostrar os sorrisos e o conforto que existem quando ele está perto de outra maneira?









Obs.: Tudo isso, palavras e fotos para tentar demonstrar um pouco de tudo de bom que vc, meu querido amigo Deus representa pra mim e o quanto estou com saudade! TE AMO!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Uma ótima semana


Regada a "Abraços e beijinhos, e carinhos sem ter fim"

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Você na minha vida




"E agora todas as coisas do passado não passam de recordações presentes. De momentos que por muito tempo ainda vão estar na alegria ou na tristeza, toda vez que eu me lembrar que você foi o meu sorriso de chegada e a minha lágrima de adeus."


Obs.: Passado um mês da despedida da minha referência de força, coragem e amor eis-me aqui tentando falar, compartilhar e até mesmo explicar toda dor que me toma. Justo eu que muitas vezes pedi aos céus que o sofrimento da minha guerreira acabasse, hoje daria tudo para ver esse sorriso, quase sempre contido, mais uma vez.
Falar de dona Clélia é falar de bons exemplos de esforço, coragem e resistência. Mas se engana quem pensa que essa personalidade era só razão, afinal, era da emoção e do amor que ela tirava motivação para todos os adjetivos que a descreveram anteriormente...

É impossível descrever minha história de vida, sem falar da participação da vó Clélia... Mesmo morando em Campo Grande, sempre tive a presença dela muito forte desde minha infância. Nem os quase 3000 km que nos separavam eram capazes de fazer com que a gente não tivesse uma relação forte. E é por isso que cada vez que olhar meu álbum de formatura da alfabetização verei meu sorriso por estar usando o vestido que ela fez, para que eu fosse a formanda mais linda, como ela queria. Da mesma forma cada vez que tiver um cachorro, vou lembrar que ela me enganava dizendo que batia no rex enquanto eu estava na escola, só para me ver irritada. Cada vez que jogar baralho, vou lembrar de ouvi-lá dizendo que não jogava porque meu avô gostava de passá-la para traz no placar. Até mesmo agora escrevendo esses texto, me recordo quando ela dizia que estava usando o meu computador só para ver minha cara de espanto... Vários momentos, várias alegrias no passado e hoje, tudo isso dói demais... E como é impossível falar de mim sem recordar dela, é difícil me acostumar a não tê-la por perto, como sempre foi, me ajudando a construir e continuar essa vida!

Não bastasse tanto sofrer pela perda da minha amada avó, dona Clélia fechou um ciclo de longos três anos de tristeza pela perda de todos os meus queridos avós. Vó Mareinha (2008), Vô Dom Pedro (2009), Vô Maninho (2010) e Vó Clélia (2011) deixam ensinamentos de luta, perseverança, dignidade, honestidade, respeito, carinho, amizade e AMOR!

Saudades eternas!