quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Lula, o filho do Brasil!


Estou longe de ser crítica de filme, aliás, não é das artes que eu mais aprecio, entretanto, após ver o blog do
Alan e uma entrevista do ator Rui Ricardo, me senti indagada a falar do filme.

Gostaria de tratar alguns aspectos: O sucesso do filme, a abordagem da mídia e minha opinião sobre o mesmo.

O sucesso do filme, mesmo após uma campanha explícita da mídia de boicote (explico melhor no próximo parágrafo), é real. São mais de 800 mil espectadores, um número para se orgulhar e considerar sucesso, ainda mais quando se trata do cinema nacional. Eu por exemplo, que não sou muito fã das telonas, precisei ver o trailler para me interessar de verdade pelo enredo.

Quando digo que a abordagem da mídia em relação ao filme se comportou como uma campanha explícita de boicote, o faço porque concordo com o ator Rui Ricardo (que interpretou Lula), que considerou uma apelação o caráter político dado à produção cinematográfica.
Enquanto o filme retrata a história de vida e superação do nosso presidente, a mídia se preocupava em argumentar que a produção foi financiada pelo governo, adiantando o período oficial da campanha eleitoral do ano de 2010.

A opinião pessoal que esboço acerca do filme (enfatizo aqui que não vale muita coisa, hehehehe), se constrói assim...
Considero que fui atingida pela abordagem midiática, mas calma, não acho que o filme foi uma jogada eleitoral (e se caso funcionar como tal, que bom!), mas criei de fato uma expectativa muito grande em relação a ele.
Esperava uma exploração maior da vida política do Lula, como o mandato de deputado, que salvo engano sequer foi citado, bem como as eleições presidenciais em que o mesmo perdeu, que não foram abordadas da maneira que eu esperava.
Mesmo assim a história de superação é válida, e nos enche de alegria, esperança e entusiasmo. Além disso nos faz entender porque a população brasileira se identifica tanto com o presidente, que possui uma história emocionante.
Quer saber? Acho que a abordagem pessoal dada ao filme talvez seja muito melhor do que a que eu esperava, pois já sabemos do potencial político do ilustre presidente, mas o contexto e vivência adquiridas por ele ao longo do tempo se apresentam como novidade, e que novidade admirável.

obs. 1: Não citei, mas vale lembrar que a atuação de Rui Ricardo foi brilhante. Quando comparamos o filme com o documentário isto fica bem evidente, principalmente nos discursos do presidente como líder sindical, a semelhança dos gestos, comportamento e jeito de falar é incrível.

obs. 2: Assisti o filme com alguém muito especial, só boas lembranças! =D

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Faz parte do meu Universo!




Dia de festa no Universo Paralelo, afinal chegamos à quinquagésima postagem!
Confesso que não esperava tanta paciência para escrever, tampouco paciência por parte dos visitantes para ler, entretanto existem algumas pessoas bem providas desta qualidade que visitam constantemente meu querido bloguinho... hehehe

Aproveito esta postagem festiva para homenagear um dos grandes incentivadores deste espaço, estou falando do
Alex, esta querida figura que se torna a cada dia mais especial para mim...

Antes, apenas um camarada que eu admirava, pela preocupação com a militância e pelas intervenções sempre coerentes nas atividades da UJS e do PC do B.
Tornou-se posteriormente um companheiro de conversas através da internet...
Primeiramente conversas mais voltadas para a política ou algumas amenidades.
Com o tempo, quase sem que eu percebesse, um amigo, que eu precisava contar tudo que se passava em minha vida, e que logo começou a ser muito importante para mim, pois já fazia parte do meu cotidiano.


...E como diz aquela música, um pouco manjada...

"Estranho seria se eu não me apaixonasse por você..."

Ela se encaixa direitinho quando se trata do
Alex, alguém tão apaixonante, querido, amigo e encantador.

A partir daí, cada encontro, a certeza de momentos únicos e indescritíveis, a vontade de reencontrar para matar uma saudade que parece nunca cessar.
Se tornou em tão pouco tempo alguém tão necessário, se tornou meu lindo, meu dengo, minha sintonia, meu querido, meu amor.


obs.: Visitem os blogs do meu homenageado e entendam porque ele é tão apaixonante e encantador.

Cultura Midiática e o Esporte

Com a chegada da Terceira Idade da Linguagem, baseada na informação multimídia, que consegue unificar a linguagem escrita e visual, a veiculação da informação acontece de forma rápida e variada.
O uso do computador como canal para o acesso à internet se fortaleceu, e a inclusão digital o consolidou como importante veículo de comunicação. Esta ascensão, entretanto, não excluiu o uso da televisão como meio de comunicação de massa influente nas mais variadas vertentes, e como não poderia ser diferente isto acontece com o esporte.
A cultura midiática exerce um papel muito forte na cultura brasileira e fortalece a representação cultural com o tripé, futebol, carnaval e caipirinha. Esta influência é agravante quando percebemos algumas questões como a falta de formação profissional na área esportiva dos comentaristas e jornalistas esportivos e na reprodução disto nas escolas através das aulas de educação física sem a estrutura didática e profissional pertinentes.
Para compreender estas questões, este trabalho se apresenta como um provocador do debate desta realidade, construindo um esboço de alguns conceitos e referenciando teoricamente algumas análises.


OBs.: 1- Finalmente meu blog apresenta um projeto de produção intelectual, afinal nem eu aguentava mais tanta baboseira... hehehehe

2-Este texto é parte integrante do ensaio que estou construindo para a disciplina de Mídia e Cultura sobre a Cultura midiática e o esporte...

3- Posteriormente disponibilizarei novas partes, para que o entedimento seja completo e contextualizado.

Espero que tenham gostado!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Cantoria



Confesso que não sou muito fã do Legião Urbana...
Acho que sempre criei resistência à bandas e cantores idolatrados demais, como é o caso em questão, principalmente do seu líder, Renato Russo...
Mas... preciso admitir, algumas letras são incríveis, por isso hoje uso uma, que apesar de escrita há um bom tempo retrata muito minha vivência atual...

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém...

Deixando de fora o "Quase sem querer", que no meu caso está mais para "Sem querer querendo" e o fato de não achar o infinito essa beleza toda (Odeio limite tendendo ao infinito, e estou de saco cheio da Engenharia), a idéia é a mesma, e o contexto além de atual se apresenta como um espelho que reflete exatamente minha imagem...


Quase Sem Querer

Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira

Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo...

Já não me preocupo
Se eu não sei por que
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê

E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo
O mesmo que você...

Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto...

Já não me preocupo
Se eu não sei por que
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê

E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero
O mesmo que você...

Oh! Oh! Oh! Oh!...

Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Renato Rocha